Not Sustainable Entrepreneurship (we can talk about that later).
em português abaixoI am currently reading a great book (spontaneous publicity) on entrepreneurship: 37signals’ “rework”. One of the things that caught my attention because I haven’t thought about that before, was a chapter named “Focus on what doesn’t change”.
The idea is that companies, products etc should think about “unchangeable” demands. Something like (for the sustainability savvy) thinking about the fundamental human needs (or societal needs). Instead of a “car company”, a “mobility company” or instead of selling consulting XYZ, sell knowledge, wisdom, insights and assurance (unchangeable needs in organizations over the last centuries and centuries to come – I cannot think about a company not wanting any more wisdom and assurance)
At first, this sounds familiar to two old concepts:
The “solution” bubble, where all companies started having mission statements that sounded like this: “Our mission is to provide smart solutions to our customers in XYZ”. That was just hypocritical or stupid. 99,99% of companies didn’t become “solution” companies, they just kept on doing what they were doing while changing their mission statements.
The service economy. A widespread term amongst sustainability practitioners and well described on the classic book “Natural Capitalism”: The idea that companies should hold full stewardship over their products, and sell services instead of goods.
The interesting catch from “Rework” is the focus on what the product features should be like (to attend the human or society needs) instead of too broad definitions and ideas. I think this was a valuable insight for anyone who thinks innovation.
Sustentabilidade empreendedora
Não Empreendedorismo sustentável (podemos falar disso depois).
Estou lendo um ótimo livro (publicidade espontânea) em empreendedorismo: “rework” da 37signals. Uma das coisas que chamou minha atenção porque eu nunca havia pensado naquilo antes, foi um capítulo intitulado “Foque naquilo que não muda”.
A idéia é que empresas, produtos etc. devem pensar em demandas “imutáveis”. Algo como (para os sabidos de Sustentabilidade) pensar em necessidades humanas fundamentais (ou necessidades sociais). Ao invés de uma “empresa que fabrica carros”, uma “empresa que fornece mobilidade” ou ao invés de vender uma consultoria XPTO, vender conhecimento, sabedoria e garantias (necessidades imutáveis em organizações ao longo dos últimos séculos e em séculos a vir – não consigo pensar em uma empresa não querendo mais conhecimento e segurança)
Isso soa familiar a dois antigos conceitos:
A bolha da “solução”, aonde todas as empresas começaram a ter declarações de missão que pareciam com isso: “Nossa missão é fornecer soluções inteligentes para nossos clientes em XYZ”. Isso foi hipócrita ou estúpido. 99,99% das empresas não se tornaram empresas de “soluções”, elas continuaram a fazer o que estavam fazendo enquanto suas declarações de missão mudaram.
A economia de serviços. Um termo difundido entre os interessados em sustentabilidade, e bem descrito no livro “Natural Capitalism” (Capitalismo Natural): A idéia que empresas deviam ser completamente responsáveis por seus produtos, e comercializar serviços ao invés de bens.
A sacada de “Rework” é o foco nas características do produto (para atender às necessidades humanas ou da sociedade) ao invés de idéias e definições muito amplas. Eu vejo isso como uma idéia valiosa para qualquer um que pensa em inovação.